Especialista em dedo em gatilho — uma avaliação que destrava o dedo e devolve o movimento, do tratamento conservador à cirurgia.
Agendar avaliação no WhatsApp
O dedo prende ao dobrar e você precisa forçar para esticar.
Ao esticar, o dedo solta de repente, com um estalo — o 'gatilho'.
Dói e às vezes há um caroço na base do dedo, na palma da mão.
A rigidez e o travamento costumam ser piores ao acordar.
Este conteúdo é informativo. A confirmação diagnóstica ocorre durante a consulta médica.
O dedo em gatilho acontece quando a bainha que envolve o tendão flexor engrossa ou inflama, principalmente numa polia chamada A1, na base do dedo. O tendão deixa de deslizar livremente e o dedo trava ao dobrar, soltando com um estalo — daí o nome.
É mais comum em mulheres, após os 40 anos, em quem faz movimentos repetitivos de preensão e em pessoas com diabetes. Pode atingir um ou mais dedos e tende a piorar de manhã.
O atrito entre tendão e polia é mecânico. Repouso e anti-inflamatório ajudam na crise, mas quando o espessamento se mantém o travamento volta — e o dedo pode ficar preso numa posição. Avaliar cedo facilita o tratamento.
O diagnóstico é clínico. Em fases iniciais, a infiltração e os ajustes de atividade costumam resolver. Quando o travamento persiste ou retorna, a liberação cirúrgica da polia A1 — feita com anestesia local e recuperação rápida — libera o tendão. A conduta é individual.
A liberação da polia é um procedimento rápido, com incisão pequena e anestesia local. O retorno às atividades leves costuma ser precoce. A indicação é avaliada caso a caso.
Este conteúdo é informativo e não substitui a consulta. A confirmação diagnóstica ocorre na avaliação médica.
Agendar avaliaçãoDormência e dor noturna na mão por compressão do nervo mediano.
Ver tratamento →Dedo que trava ou estala ao dobrar, com dor na palma.
Ver tratamento →Desgaste da articulação na base do polegar, com dor ao pinçar.
Ver tratamento →Nódulo no punho ou na mão que incomoda ou cresce com o tempo.
Ver tratamento →Dor na lateral do punho ao mover o polegar, comum no pós-parto.
Ver tratamento →Conteúdo educativo sobre dores e cirurgias das mãos.
Ler artigos →
Sou a Dra. Rosana Endo, especialista em Cirurgia da Mão e Microcirurgia. A medicina entrou na minha vida pela Faculdade de Ciências Médicas de Santos (Lusíada), onde entendi que a dor nas mãos não atinge só tendões e articulações — ela toca rotinas, afetos e independência.
No Hospital do Servidor Público Municipal de São Paulo (HSPM), aprofundei minha formação em Ortopedia e Traumatologia e me especializei em Cirurgia da Mão e Microcirurgia. Sou especialista pela Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT) e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão (SBCM).
Atendo cada pessoa com clareza e responsabilidade. Tratar mãos é devolver movimento, alívio e qualidade de vida — para que o paciente volte a segurar, escrever, trabalhar e tocar a vida com confiança.
Agendar avaliaçãoAgende pelo WhatsApp. Nossa equipe atende e tira suas dúvidas.
A Dra. Rosana examina seu caso e indica o melhor caminho.
Conduta clínica ou cirúrgica, com técnica adequada ao seu quadro.
Consultas de pós para monitorar a recuperação em cada etapa.
Atendimento particular no Indianópolis, com tempo dedicado ao seu caso e sem fila de espera.
Av. Ibirapuera, 1753 — cj 152
Indianópolis, São Paulo — SP
Segunda a sexta, das 08:00 às 18:00
(11) 99969-7710 — também WhatsApp
Agendar pelo WhatsAppÉ o espessamento da bainha do tendão flexor na base do dedo (polia A1), que impede o tendão de deslizar. O dedo trava ao dobrar e estala ao esticar, com dor na palma. O diagnóstico é clínico, feito na avaliação.
Nem sempre. Em fases iniciais, infiltração e ajuste de atividades costumam resolver. A cirurgia de liberação da polia A1 é indicada quando o dedo continua travando ou a infiltração não resolve. A conduta é definida individualmente.
Em muitos casos a infiltração alivia e pode resolver, sobretudo no início. Quando os sintomas retornam ou o dedo trava de forma persistente, costuma-se indicar a cirurgia. A resposta varia conforme cada caso.
A liberação da polia é feita com anestesia local e costuma ser rápida. O retorno às atividades leves ocorre em poucos dias, com acompanhamento no pós-operatório. O tempo varia conforme cada caso.
Em casos iniciais, o tratamento conservador — tala noturna, ajuste de atividades, anti-inflamatórios e infiltração — pode aliviar os sintomas. Quando a compressão do nervo é importante ou os sintomas persistem, a cirurgia de descompressão costuma ser indicada. A conduta é definida individualmente na consulta.
A cirurgia é feita com anestesia local e costuma ser rápida. O retorno às atividades leves ocorre em poucos dias e a recuperação completa é progressiva, com acompanhamento no pós-operatório. O tempo varia conforme cada caso.
Sem tratamento, a compressão do nervo mediano pode progredir, levando a dormência constante e perda de força e de massa muscular na base do polegar — que nem sempre se recupera totalmente. Por isso a avaliação precoce é importante.
Atendimento particular, com tempo dedicado ao seu caso e sem fila de espera.
Agendar avaliação no WhatsApp