Especialista em rizartrose — uma avaliação que identifica o estágio do desgaste e o tratamento que devolve a força do polegar.
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Dor na base do polegar ao segurar, pinçar ou fazer força.
Girar a chave, abrir tampas e potes ficou difícil e doloroso.
A mão perde força e o polegar parece 'falhar' nos movimentos.
Com o tempo, pode surgir saliência ou desvio na base do polegar.
Este conteúdo é informativo. A confirmação diagnóstica ocorre durante a consulta médica.
A rizartrose é a artrose da articulação na base do polegar (trapézio-metacarpal), onde a cartilagem que amortece o movimento se desgasta. Sem esse amortecimento, os ossos atritam e surgem dor, perda de força e dificuldade para pinçar e segurar.
É bastante comum após os 50 anos e mais frequente em mulheres. Como o polegar participa de quase todo movimento de pinça, a rizartrose afeta muito o dia a dia.
O desgaste da cartilagem é progressivo. Medicação e órtese aliviam a dor, mas não regeneram a articulação. Por isso o acompanhamento é importante para escolher o tratamento certo em cada estágio.
A avaliação define o estágio, pelo exame clínico e radiografias. Em fases iniciais, a conduta é conservadora (órtese, infiltração, reabilitação). Em casos avançados, há técnicas cirúrgicas que aliviam a dor e recuperam a função do polegar. A decisão é individual, conversada com você.
Este conteúdo é informativo e não substitui a consulta. A confirmação diagnóstica ocorre na avaliação médica.
Agendar avaliaçãoDormência e dor noturna na mão por compressão do nervo mediano.
Ver tratamento →Dedo que trava ou estala ao dobrar, com dor na palma.
Ver tratamento →Desgaste da articulação na base do polegar, com dor ao pinçar.
Ver tratamento →Nódulo no punho ou na mão que incomoda ou cresce com o tempo.
Ver tratamento →Dor na lateral do punho ao mover o polegar, comum no pós-parto.
Ver tratamento →Conteúdo educativo sobre dores e cirurgias das mãos.
Ler artigos →
Sou a Dra. Rosana Endo, especialista em Cirurgia da Mão e Microcirurgia. A medicina entrou na minha vida pela Faculdade de Ciências Médicas de Santos (Lusíada), onde entendi que a dor nas mãos não atinge só tendões e articulações — ela toca rotinas, afetos e independência.
No Hospital do Servidor Público Municipal de São Paulo (HSPM), aprofundei minha formação em Ortopedia e Traumatologia e me especializei em Cirurgia da Mão e Microcirurgia. Sou especialista pela Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT) e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão (SBCM).
Atendo cada pessoa com clareza e responsabilidade. Tratar mãos é devolver movimento, alívio e qualidade de vida — para que o paciente volte a segurar, escrever, trabalhar e tocar a vida com confiança.
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A Dra. Rosana examina seu caso e indica o melhor caminho.
Conduta clínica ou cirúrgica, com técnica adequada ao seu quadro.
Consultas de pós para monitorar a recuperação em cada etapa.
Atendimento particular no Indianópolis, com tempo dedicado ao seu caso e sem fila de espera.
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Indianópolis, São Paulo — SP
Segunda a sexta, das 08:00 às 18:00
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Agendar pelo WhatsAppÉ a artrose da articulação na base do polegar (trapézio-metacarpal), com desgaste da cartilagem. Causa dor ao pinçar, perda de força e dificuldade para abrir potes e girar a chave. O diagnóstico é feito por exame clínico e radiografia.
A artrose não se reverte, mas tem tratamento eficaz para a dor e a função. Em fases iniciais, órtese e infiltração ajudam muito; em casos avançados, a cirurgia pode aliviar a dor e devolver força. O plano é individual.
Nem sempre. Muitos casos são controlados com órtese, infiltração e reabilitação. A cirurgia é considerada quando a dor é intensa, limita o dia a dia e não melhora com tratamento conservador. A indicação é avaliada caso a caso.
Depende da técnica empregada e do caso. Em geral há um período de imobilização seguido de reabilitação para recuperar movimento e força, com acompanhamento próximo. O tempo varia conforme cada paciente.
Em casos iniciais, o tratamento conservador — tala noturna, ajuste de atividades, anti-inflamatórios e infiltração — pode aliviar os sintomas. Quando a compressão do nervo é importante ou os sintomas persistem, a cirurgia de descompressão costuma ser indicada. A conduta é definida individualmente na consulta.
A cirurgia é feita com anestesia local e costuma ser rápida. O retorno às atividades leves ocorre em poucos dias e a recuperação completa é progressiva, com acompanhamento no pós-operatório. O tempo varia conforme cada caso.
Sem tratamento, a compressão do nervo mediano pode progredir, levando a dormência constante e perda de força e de massa muscular na base do polegar — que nem sempre se recupera totalmente. Por isso a avaliação precoce é importante.
Atendimento particular, com tempo dedicado ao seu caso e sem fila de espera.
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