Especialista em contratura de Dupuytren — avaliação do dedo que está entortando e cirurgia quando o dedo já não estica.
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Um nódulo endurecido na palma da mão, geralmente sem dor, que você percebeu por acaso.
Uma corda sob a pele que vai da palma até o dedo — mais comum no anelar e no mínimo.
Apoiar a mão aberta na mesa, calçar uma luva ou lavar o rosto ficou difícil.
Evolui ao longo de meses ou anos e não regride sozinho. Costuma haver caso na família.
Este conteúdo é informativo. A confirmação diagnóstica ocorre durante a consulta médica.
A doença de Dupuytren é o espessamento progressivo da fáscia palmar, a camada de tecido logo abaixo da pele da palma da mão. Ela endurece e forma nódulos e cordões que, com o tempo, puxam um ou mais dedos para dentro da palma — mais frequentemente o anelar e o dedo mínimo.
Não é um problema de tendão nem de artrose, e raramente dói. O que incomoda é a perda de extensão: a mão deixa de abrir por completo.
Nenhuma pomada, medicação ou fisioterapia desfaz um cordão já formado. Enquanto o dedo ainda estica, a conduta pode ser acompanhar. Quando o dedo deixa de esticar, o único tratamento que devolve a extensão é o cirúrgico — e esperar demais tem custo: com o dedo muito tempo dobrado, a articulação enrijece e a recuperação fica mais difícil, mesmo com a cirurgia bem feita.
Apoie a mão aberta sobre uma mesa, com a palma para baixo. Se algum dedo não encosta mais na superfície, é o sinal clássico de que chegou o momento de avaliar. É um teste que você faz agora, em dez segundos.
O diagnóstico é clínico. Conforme o cordão, o grau de contratura e o seu caso, as opções vão da fasciotomia percutânea por agulha — feita com anestesia local e retorno rápido às atividades — à fasciectomia, a retirada cirúrgica do tecido acometido, com reabilitação orientada no pós-operatório. A escolha é individual e conversada antes.
A contratura tem componente genético e pode recidivar com o tempo, em proporção que varia conforme a técnica e o perfil de cada paciente. Você vai ouvir isso na consulta, antes de decidir, e não depois.
Este conteúdo é informativo e não substitui a consulta. A confirmação diagnóstica ocorre na avaliação médica.
Agendar avaliaçãoDormência e dor noturna na mão por compressão do nervo mediano.
Ver tratamento →Dedo que trava ou estala ao dobrar, com dor na palma.
Ver tratamento →Desgaste da articulação na base do polegar, com dor ao pinçar.
Ver tratamento →Nódulo no punho ou na mão que incomoda ou cresce com o tempo.
Ver tratamento →Dor na lateral do punho ao mover o polegar, comum no pós-parto.
Ver tratamento →Conteúdo educativo sobre dores e cirurgias das mãos.
Ler artigos →
Sou a Dra. Rosana Endo, especialista em Cirurgia da Mão e Microcirurgia. A medicina entrou na minha vida pela Faculdade de Ciências Médicas de Santos (Lusíada), onde entendi que a dor nas mãos não atinge só tendões e articulações — ela toca rotinas, afetos e independência.
No Hospital do Servidor Público Municipal de São Paulo (HSPM), aprofundei minha formação em Ortopedia e Traumatologia e me especializei em Cirurgia da Mão e Microcirurgia. Sou especialista pela Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT) e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão (SBCM).
Atendo cada pessoa com clareza e responsabilidade. Tratar mãos é devolver movimento, alívio e qualidade de vida — para que o paciente volte a segurar, escrever, trabalhar e tocar a vida com confiança.
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A Dra. Rosana examina seu caso e indica o melhor caminho.
Conduta clínica ou cirúrgica, com técnica adequada ao seu quadro.
Consultas de pós para monitorar a recuperação em cada etapa.
Atendimento no Indianópolis, com tempo dedicado ao seu caso e sem fila de espera.
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Indianópolis, São Paulo — SP
Segunda a sexta, das 08:00 às 18:00
(11) 92500-2600 — também WhatsApp
Agendar pelo WhatsAppÉ o espessamento progressivo da fáscia palmar, a camada de tecido logo abaixo da pele da palma. Formam-se nódulos e cordões que puxam um ou mais dedos para dentro da palma, dificultando esticar a mão. O diagnóstico é clínico, feito na avaliação.
Não existe medicamento, pomada ou fisioterapia que desfaça o cordão já formado. Enquanto o dedo ainda estica, a conduta pode ser acompanhar a evolução. Quando o dedo deixa de esticar, o tratamento é cirúrgico. A conduta é individual e definida na consulta.
Um teste simples orienta: apoiar a mão aberta sobre a mesa. Quando o dedo não encosta mais na superfície, costuma ser o momento de avaliar a cirurgia. Operar muito tarde, com o dedo já rígido, torna a recuperação mais difícil.
Depende da técnica indicada. A fasciotomia por agulha é feita com anestesia local e permite retorno rápido às atividades leves. A fasciectomia é um procedimento maior, com reabilitação orientada no pós-operatório. O tempo varia conforme cada caso.
A contratura tem componente genético e pode voltar com o tempo, em proporção que varia conforme a técnica e o perfil de cada paciente. Isso é conversado antes da decisão, junto com as opções e o acompanhamento.
Não. No dedo em gatilho o dedo trava e destrava ao dobrar, por um problema no tendão flexor. No Dupuytren o dedo fica preso dobrado por um cordão na palma, e o que se perde é a capacidade de esticar. São condições e tratamentos diferentes.
A avaliação com a Dra. Rosana não é cobrada. A cirurgia, quando indicada, é realizada nos hospitais São Luiz Morumbi, Santa Catarina e Blanc — e é o hospital que faz a autorização junto ao seu plano.
Bradesco Saúde Top e Top Nacional · SulAmérica Especial e Prestige · Amil One Health · Omint · Care Plus · Porto Seguro Premium · Allianz Executivo · Prevent Sênior MA+S (Blanc)
O que vale é o produto impresso na sua carteirinha, não o nome do plano — e a rede muda com frequência. Mande uma foto da carteirinha no WhatsApp: a equipe confirma antes de você sair de casa.
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