Polegar frouxo depois de uma queda ou torção? Avaliação de lesão do ligamento do polegar (lesão de Stener) — e cirurgia quando o gesso não resolve.
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Bicicleta, esqui, vôlei, futebol, ou a mão espalmada no chão. O polegar dobrou para fora.
Sensação de que ele "abre" ou balança de lado, sem a firmeza que tinha antes.
Abrir pote, girar chave, segurar copo cheio — tudo ficou inseguro.
Ficou imobilizado, tirou o gesso e a frouxidão continuou igual.
Este conteúdo é informativo. A confirmação diagnóstica ocorre durante a consulta médica.
O polegar tem, do lado de dentro, um ligamento que impede que ele abra demais — é ele que dá a firmeza para pinçar. Numa queda com o polegar forçado para fora (o clássico "polegar do esquiador", mas também bicicleta, vôlei e futebol), esse ligamento pode romper.
Na maior parte das entorses, a ponta rompida encosta de volta no osso e cicatriza com imobilização. Na lesão de Stener, não: a ponta rompida escapa e fica presa acima de um tendão, como um lençol dobrado por cima de um cabo. Mecanicamente, ela não tem como voltar ao lugar sozinha.
Ligamento cicatriza encostado no osso. Se ele está fisicamente impedido de encostar, o tempo de imobilização não muda nada — e é por isso que tanta gente tira o gesso e sente o polegar do mesmo jeito. Distinguir a entorse comum da lesão de Stener é o que define o tratamento, e é uma avaliação de cirurgião de mão.
Quando identificada cedo, a reinserção do ligamento é um procedimento direto e o resultado costuma ser melhor. Passadas algumas semanas, o ligamento retrai e a solução tende a exigir uma reconstrução mais complexa. Se o seu polegar ficou frouxo depois de um trauma, avaliar rápido é o que preserva a opção mais simples.
A avaliação é clínica — o teste de estabilidade do polegar comparado ao outro lado —, apoiada por exame de imagem quando necessário. Confirmada a interposição, a reinserção cirúrgica do ligamento devolve a estabilidade, seguida de imobilização e reabilitação orientada.
A maior parte das entorses de polegar trata com imobilização e acompanhamento. A cirurgia é para o caso em que o ligamento está impedido de cicatrizar — e é exatamente isso que a avaliação existe para separar.
Este conteúdo é informativo e não substitui a consulta. A confirmação diagnóstica ocorre na avaliação médica.
Agendar avaliaçãoDormência e dor noturna na mão por compressão do nervo mediano.
Ver tratamento →Dedo que trava ou estala ao dobrar, com dor na palma.
Ver tratamento →Desgaste da articulação na base do polegar, com dor ao pinçar.
Ver tratamento →Nódulo no punho ou na mão que incomoda ou cresce com o tempo.
Ver tratamento →Dedo que entorta para dentro da palma e não estica mais.
Ver tratamento →Dor na lateral do punho ao mover o polegar, comum no pós-parto.
Ver tratamento →Conteúdo educativo sobre dores e cirurgias das mãos.
Ler artigos →
Sou a Dra. Rosana Endo, especialista em Cirurgia da Mão e Microcirurgia. A medicina entrou na minha vida pela Faculdade de Ciências Médicas de Santos (Lusíada), onde entendi que a dor nas mãos não atinge só tendões e articulações — ela toca rotinas, afetos e independência.
No Hospital do Servidor Público Municipal de São Paulo (HSPM), aprofundei minha formação em Ortopedia e Traumatologia e me especializei em Cirurgia da Mão e Microcirurgia. Sou especialista pela Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT) e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão (SBCM).
Atendo cada pessoa com clareza e responsabilidade. Tratar mãos é devolver movimento, alívio e qualidade de vida — para que o paciente volte a segurar, escrever, trabalhar e tocar a vida com confiança.
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(11) 92500-2600 — também WhatsApp
Agendar pelo WhatsAppÉ a ruptura do ligamento colateral ulnar do polegar em que a ponta rompida fica presa acima de um tendão, impedindo que ela volte ao lugar. Como o ligamento não consegue cicatrizar nessa posição, a imobilização não resolve. O diagnóstico é clínico, apoiado por exame de imagem.
Nas entorses do polegar sem interposição, sim. Na lesão de Stener, não: o ligamento está mecanicamente impedido de encostar no osso onde deveria cicatrizar. Separar os dois casos na avaliação é o que muda todo o tratamento.
A reinserção é tecnicamente mais simples e tem melhor resultado nas primeiras semanas. Depois disso, a reconstrução costuma ser mais complexa. Por isso vale avaliar cedo um polegar que ficou frouxo após queda ou torção.
O polegar tende a permanecer instável, com perda de força de pinça para abrir potes, girar chave e segurar objetos, e a articulação pode desenvolver artrose com o tempo. A conduta é individual.
Após a cirurgia há um período de imobilização seguido de reabilitação orientada, com retomada progressiva da força. O tempo varia conforme cada caso e é conversado na consulta.
Não. A rizartrose é o desgaste da articulação na base do polegar, que aparece com o tempo e dói ao pinçar. A lesão de Stener vem de um trauma e o problema é instabilidade, não desgaste.
A avaliação com a Dra. Rosana não é cobrada. A cirurgia, quando indicada, é realizada nos hospitais São Luiz Morumbi, Santa Catarina e Blanc — e é o hospital que faz a autorização junto ao seu plano.
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